Ronaldinho relembra Barcelona e exalta
parceria de Neymar e Messi
Um dos grandes ídolos culés, jogador, atualmente no Querétaro, diz que brasileiro tem um grande exemplo ao seu lado no clube catalão
Ronaldinho não esquece do maior momento de sua carreira. Foi no Barcelona que o jogador chegou ao topo e alcançou o prêmio de melhor jogador do mundo duas vezes em eleição da Fifa. Em entrevista ao site do clube catalão, o atacante, atualmente no Querétaro, do México, declarou-se ao time espanhol e ainda elogiou Neymar por escolher o mesmo destino que um dia foi o seu. O atleta ressaltou que o atual capitão da Seleção tem ao seu lado um grande exemplo: Messi.
- Neymar está no caminho certo. Acertou na escolha do clube, tem um grande exemplo que é o Messi e um grupo com os melhores jogadores de cada país. Jogar no Barcelona e estar com os melhores do mundo em campo só vai fazê-lo crescer - disse.
- Neymar está no caminho certo. Acertou na escolha do clube, tem um grande exemplo que é o Messi e um grupo com os melhores jogadores de cada país. Jogar no Barcelona e estar com os melhores do mundo em campo só vai fazê-lo crescer - disse.
Sobre Messi, o ex-atacante do Barça disse que os recordes assegurados pelo atual camisa 10 ficam em segundo plano. O mais importante para ele é ser amigo "de um grande homem dentro e fora de campo".
- O que me deixa feliz mesmo é vê-lo cada vez melhor, mais forte fisicamente e de bem com a família. Os recordes vêm em segundo plano. O melhor de tudo é ser amigo de um grande homem dentro e fora de campo. A única diferença é que eu o conheci ainda em formação e pude participar desta etapa importante - garantiu.
SAIBA MAIS
Ao falar sobre o Barcelona, Ronaldinho não escondeu o amor pela camisa que vestiu durante cinco anos. Ele agradeceu pelo documentário feito pela equipe na comemoração pelos 10 anos da chegada ao clube. O vídeo foi lançado em 2013 com depoimentos de ex-colegas como Messi, Puyol, Deco e Sylvinho.
- O Barça simplesmente mora no meu coração. Agradeço a homenagem e sou eternamente grato por tudo. Os amigos que fiz, os companheiros de equipe que eram como irmãos, os títulos, as voltas vitoriosas a cada conquista…e me arrepio só de lembrar da nossa entrada em campo antes dos jogos da Champions. Que adrenalina! Era como ir para meu mundo particular, ali me sentia bem, feliz em ver o estádio pulsando - afirmou.
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